Implicaciones criminológicas de la inteligencia artificial
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URI: http://hdl.handle.net/20.500.12226/2916Exportar referencia:
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González-García, AbelFecha de publicación:
2024-11-15Resumen:
Resumen (español) La presente comunicación aborda las implicaciones criminológicas del desarrollo y uso de la inteligencia artificial (IA), clasificando su impacto en tres dimensiones fundamentales: crímenes con la IA (como herramienta), crímenes sobre la IA (como superficie de ataque) y crímenes por la IA (como intermediaria o agente autónomo). A través de una revisión teórico-crítica, se analizan las formas en que la IA está transformando el panorama delictivo contemporáneo, incluyendo nuevas formas de fraude, ataques a infraestructuras críticas, manipulación de sistemas autónomos, y problemas emergentes como la discriminación algorítmica y la responsabilidad penal difusa. Asimismo, se examinan las aplicaciones de IA en el ámbito policial, judicial y penitenciario, así como los desafíos éticos, técnicos y geopolíticos que plantea. Se concluye con una reflexión sobre la necesidad urgente de marcos regulatorios que integren la Criminología en el diseño y gobernanza de tecnologías inteligentes.
Resumen (español) La presente comunicación aborda las implicaciones criminológicas del desarrollo y uso de la inteligencia artificial (IA), clasificando su impacto en tres dimensiones fundamentales: crímenes con la IA (como herramienta), crímenes sobre la IA (como superficie de ataque) y crímenes por la IA (como intermediaria o agente autónomo). A través de una revisión teórico-crítica, se analizan las formas en que la IA está transformando el panorama delictivo contemporáneo, incluyendo nuevas formas de fraude, ataques a infraestructuras críticas, manipulación de sistemas autónomos, y problemas emergentes como la discriminación algorítmica y la responsabilidad penal difusa. Asimismo, se examinan las aplicaciones de IA en el ámbito policial, judicial y penitenciario, así como los desafíos éticos, técnicos y geopolíticos que plantea. Se concluye con una reflexión sobre la necesidad urgente de marcos regulatorios que integren la Criminología en el diseño y gobernanza de tecnologías inteligentes.
Abstract (english) This paper explores the criminological implications of artificial intelligence (AI) by classifying its impact into three main categories: crimes with AI (as a tool), crimes against AI (as a target), and crimes by AI (as an autonomous or intermediary agent). Through a theoretical-critical review, the paper examines how AI reshapes contemporary criminal dynamics, including novel forms of fraud, critical infrastructure attacks, manipulation of autonomous systems, and emerging issues such as algorithmic discrimination and diffuse criminal responsibility. Additionally, AI applications in policing, justice, and correctional systems are discussed, as well as the ethical, technical, and geopolitical challenges involved. The paper concludes by advocating for urgent regulatory frameworks that incorporate criminological insights into the governance of intelligent technologies.
Abstract (english) This paper explores the criminological implications of artificial intelligence (AI) by classifying its impact into three main categories: crimes with AI (as a tool), crimes against AI (as a target), and crimes by AI (as an autonomous or intermediary agent). Through a theoretical-critical review, the paper examines how AI reshapes contemporary criminal dynamics, including novel forms of fraud, critical infrastructure attacks, manipulation of autonomous systems, and emerging issues such as algorithmic discrimination and diffuse criminal responsibility. Additionally, AI applications in policing, justice, and correctional systems are discussed, as well as the ethical, technical, and geopolitical challenges involved. The paper concludes by advocating for urgent regulatory frameworks that incorporate criminological insights into the governance of intelligent technologies.
Resumo (português) Esta comunicação analisa as implicações criminológicas do desenvolvimento e uso da inteligência artificial (IA), classificando seu impacto em três dimensões principais: crimes com IA (como ferramenta), crimes contra a IA (como alvo) e crimes pela IA (como agente autônomo ou intermediário). Através de uma revisão teórico-crítica, examina-se como a IA está transformando o cenário criminal contemporâneo, incluindo novas formas de fraude, ataques a infraestruturas críticas, manipulação de sistemas autônomos e questões emergentes como discriminação algorítmica e responsabilidade penal difusa. Também são analisadas aplicações da IA na polícia, justiça e sistema prisional, bem como os desafios éticos, técnicos e geopolíticos envolvidos. Conclui-se com uma reflexão sobre a urgência de marcos regulatórios que integrem a Criminologia no desenho e governança das tecnologias inteligentes.
Resumo (português) Esta comunicação analisa as implicações criminológicas do desenvolvimento e uso da inteligência artificial (IA), classificando seu impacto em três dimensões principais: crimes com IA (como ferramenta), crimes contra a IA (como alvo) e crimes pela IA (como agente autônomo ou intermediário). Através de uma revisão teórico-crítica, examina-se como a IA está transformando o cenário criminal contemporâneo, incluindo novas formas de fraude, ataques a infraestruturas críticas, manipulação de sistemas autônomos e questões emergentes como discriminação algorítmica e responsabilidade penal difusa. Também são analisadas aplicações da IA na polícia, justiça e sistema prisional, bem como os desafios éticos, técnicos e geopolíticos envolvidos. Conclui-se com uma reflexão sobre a urgência de marcos regulatórios que integrem a Criminologia no desenho e governança das tecnologias inteligentes.
Palabra(s) clave:
IA
Criminología
Cibercrimen
Riesgos Tecnológicos
Crímenes automatizados


